O exame PTH 1-84, também conhecido como Paratormônio Bioativo, mede a forma biologicamente ativa do hormônio paratireóideo, sendo essencial na avaliação das disfunções do metabolismo do cálcio e do fósforo, além de contribuir para o diagnóstico diferencial de distúrbios das glândulas paratireoides.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
O exame PTH 1-84 quantifica a forma intacta e funcional do hormônio produzido pelas glândulas paratireoides, responsável por regular os níveis de cálcio e fósforo no sangue. Diferente dos testes que medem fragmentos inativos (como o PTH intacto convencional), este exame avalia apenas a molécula bioativa, oferecendo maior precisão diagnóstica em condições metabólicas e renais.
Serve para diagnosticar e monitorar distúrbios das paratireoides, como hiperparatireoidismo primário, secundário e terciário, e para avaliar a função dessas glândulas em pacientes com insuficiência renal crônica. Também é utilizado na investigação de hipocalcemia, osteodistrofia renal e distúrbios metabólicos ósseos.
O exame é realizado a partir de uma amostra de sangue venoso coletada em jejum. A dosagem é feita por imunofluoroensaio ou imunoquimioluminescência de alta sensibilidade, métodos capazes de detectar exclusivamente a fração bioativa do hormônio. O processamento deve ocorrer rapidamente, pois o PTH é instável e se degrada facilmente à temperatura ambiente.
É indicado em casos de suspeita de hiperparatireoidismo (níveis elevados de cálcio com PTH aumentado), hipoparatireoidismo (cálcio baixo com PTH reduzido), deficiência de vitamina D, doença renal crônica e alterações do metabolismo ósseo. Também é solicitado em pacientes submetidos a cirurgia das paratireoides ou em acompanhamento de neoplasias que interferem na homeostase do cálcio.
O aumento do PTH bioativo está associado ao hiperparatireoidismo primário (adenoma ou hiperplasia das paratireoides), secundário (deficiência de vitamina D ou insuficiência renal) e terciário (estimulação crônica da glândula). Já níveis baixos podem ocorrer em hipoparatireoidismo, hipercalcemia maligna, intoxicação por vitamina D e após cirurgias cervicais.
Os valores podem variar conforme o método analítico, mas geralmente situam-se entre 10 e 65 pg/mL. Resultados devem ser interpretados em conjunto com cálcio, fósforo e vitamina D, uma vez que o equilíbrio entre esses parâmetros define a função metabólica e endócrina das paratireoides.
Endocrinologistas e nefrologistas são os principais especialistas a solicitar o exame, embora também possa ser indicado por clínicos gerais e oncologistas, dependendo do quadro clínico. O resultado orienta tanto o diagnóstico quanto a conduta terapêutica de distúrbios metabólicos ósseos e renais.
Recomenda-se jejum de 4 horas e evitar exercícios físicos intensos antes da coleta. O sangue deve ser coletado e enviado ao laboratório em ambiente refrigerado e processado rapidamente para garantir a estabilidade da amostra. Medicamentos que interferem no metabolismo do cálcio (como diuréticos tiazídicos e lítio) devem ser informados ao médico.
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