O exame de Fator de Crescimento Tipo 2 (IGF-2) é um teste de sangue que mede os níveis dessa proteína relacionada ao crescimento celular e ao metabolismo. Ele é utilizado principalmente para investigar hipoglicemia sem causa aparente e suspeita de tumores que possam produzir essa substância.
Informação importante
Este exame não necessita de agendamento.
É um teste laboratorial que mede a quantidade do IGF-2 no sangue, um hormônio com estrutura semelhante à insulina, que é fundamental para o crescimento e o desenvolvimento do organismo, principalmente durante a fase fetal.
Ao longo da vida, o IGF-2 continua exercendo funções relacionadas ao crescimento celular, à regeneração de tecidos e ao metabolismo. Sua produção ocorre sobretudo no fígado, sob influência parcial do hormônio do crescimento (GH).
A dosagem do IGF-2 não faz parte dos exames de rotina, sendo solicitada geralmente na investigação de alterações hormonais ou metabólicas.
O exame de IGF-2 é utilizado principalmente como ferramenta complementar na investigação de condições relacionadas ao crescimento celular e a distúrbios hormonais. Ele pode ser indicado em casos de:
Em alguns tumores, sobretudo certos tipos de tumores mesenquimais e hepáticos, pode ocorrer produção excessiva de IGF-2. Isso pode levar à redução da glicose no sangue (hipoglicemia), provocando sintomas como tontura, sudorese, tremores, confusão mental e, em casos mais graves, perda de consciência.
Assim, o exame ajuda o médico a compreender melhor a origem de alterações metabólicas e a direcionar o diagnóstico e o tratamento adequado.
O exame é realizado por meio de uma coleta de sangue venoso, geralmente feita no braço. Depois, a amostra é enviada ao laboratório, onde é analisada por métodos capazes de medir a concentração de IGF-2 no sangue.
Não há necessidade de preparação específica para realizar este exame, mas é fundamental seguir todas as orientações do médico ou do laboratório responsável para garantir um resultado confiável.
Os valores de referência podem variar para cada laboratório e conforme a idade do paciente, mas geralmente se situam entre 40,00 e 500,00 ng/mL.
A interpretação deve ser realizada pelo médico, considerando o quadro clínico do paciente e exames complementares, como glicemia, insulina e IGF-1. Um resultado isolado raramente é suficiente para definir um diagnóstico.
Médicos de diversas especialidades podem solicitar este exame, entre eles endocrinologistas, oncologistas, pediatras e clínicos gerais, conforme o quadro clínico do paciente.
Não há preparo.
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