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Resumo do conteúdo:

  • A gangrena é a morte de tecidos causada por falta de circulação ou infecção grave e requer tratamento médico urgente.
  • Diagnóstico precoce reduz o risco de amputação, sepse e outras complicações potencialmente fatais.
  • Procure atendimento imediatamente em caso de pele escurecida, dor intensa, feridas com mau cheiro, pus ou sinais de infecção.

O que é gangrena?

Gangrena é a morte (necrose) de tecidos do corpo causada principalmente pela interrupção do fluxo sanguíneo, podendo também estar associada a infecções graves e, geralmente, afeta os pés, dedos, mãos e pernas, mas também pode surgir em outras regiões ou órgãos internos.

Essa condição é mais comum em pessoas com diabetes, doenças dos vasos sanguíneos, infecções graves ou traumas que comprometem a chegada de sangue aos tecidos.

A gangrena é uma condição grave que precisa de avaliação rápida. Quando não tratada a tempo, pode se espalhar, causar infecções generalizadas e levar à perda do tecido ou do membro afetado.

Quais são os sintomas de gangrena?

Os principais sintomas de gangrena são:

  • Dor intensa ou desconforto na área afetada;
  • Mudança da cor da pele para pálida, arroxeada, marrom ou preta;
  • Inchaço e aumento da sensibilidade local;
  • Presença de bolhas ou mau cheiro;
  • Secreção purulenta (com pus) ou serossanguinolenta (com aspecto de água de lavagem de carne);
  • Febre, mal-estar e sinais de infecção grave.

Esses sinais podem variar conforme o tipo de gangrena e a região atingida.

Os sintomas de gangrena costumam piorar com rapidez, especialmente quando existe infecção associada, o que exige atendimento médico urgente.

A Rede D’Or conta com unidades de emergência abertas 24 horas por dia e prontas para te atender.

Fique atento!

Ao notar que você apresenta esses sintomas, não espere: vá imediatamente a um pronto-socorro!

Qual é o primeiro sinal de gangrena?

Os primeiros sinais podem incluir dor, alteração da cor da pele, diminuição da sensibilidade e mudanças na temperatura da região afetada.

O que causa gangrena?

A gangrena surge quando os tecidos deixam de receber oxigênio e nutrientes suficientes ou quando ocorre uma infecção grave. Entre as principais causas e fatores de risco estão:

  • Pé diabético, devido a diabetes mal controlada;
  • Doença arterial periférica e tabagismo;
  • Aterosclerose e outras doenças cardiovasculares;
  • Ferimentos profundos, esmagamentos, queimaduras e traumas;
  • Infecções causadas por bactérias que destroem tecidos;
  • Exposição prolongada ao frio extremo e algumas condições que favorecem tromboses.

Além disso, obesidade, insuficiência renal, sistema imunológico enfraquecido, idade avançada ou histórico de amputações também podem aumentar o risco de gangrena.

A combinação entre circulação comprometida e infecção aumenta significativamente o risco de evolução da doença.

Quem tem diabetes tem mais risco de gangrena?

Sim. Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver gangrena, especialmente quando a doença não está bem controlada.

Isso porque o diabetes pode prejudicar a circulação sanguínea e reduzir a sensibilidade dos pés, favorecendo feridas e infecções que, em casos graves, podem evoluir para gangrena.

Quais são os tipos de gangrena?

Existem diferentes formas de gangrena. A classificação depende da causa e das características do tecido afetado.

1. Gangrena seca

A gangrena seca acontece por falta de circulação, sem infecção inicial. O tecido fica seco, escuro e endurecido, com aspecto semelhante a couro ou papel.

É mais comum em quem tem diabetes ou problemas nas artérias. Pode evoluir lentamente, mas ainda exige atenção médica. Entenda como a diabetes afeta a circulação.

2. Gangrena úmida

A gangrena úmida ocorre quando há infecção no tecido afetado. A região fica inchada, úmida e com pus, além de apresentar cheiro forte.

Esse tipo evolui rápido e é considerado uma emergência, pois a infecção pode se espalhar pelo corpo.

3. Gangrena gasosa

A gangrena gasosa é causada por bactérias que produzem gás dentro dos tecidos, principalmente Clostridium perfringens.

Pode surgir após traumas e provoca dor intensa, inchaço e sensação de estalos na pele. É uma forma grave e de rápida progressão.

4. Gangrena de Fournier

A gangrena de Fournier, também conhecida como síndrome de Fournier ou fasciíte necrosante do períneo, afeta a região íntima, incluindo os órgãos genitais e a área ao redor do ânus. Geralmente está ligada a infecções locais que se espalham rapidamente.

É uma condição rara, porém grave, e precisa de tratamento imediato para evitar complicações.

5. Gangrena interna

Gangrena interna é a morte de um ou mais órgãos dentro do corpo por falta de sangue, infecção ou obstrução do fluxo sanguíneo. Pode atingir intestinos, vesícula biliar ou apêndice e costuma ser uma emergência grave.

Qual médico trata a gangrena?

O tratamento costuma ser feito por cirurgião geral ou cirurgião vascular, que avaliam a extensão da área afetada e a necessidade de cirurgia.

Em casos mais complexos, pode haver atuação conjunta com infectologista e equipe hospitalar. Crianças também são atendidas por cirurgião pediátrico.

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Como é feito o diagnóstico da gangrena?

O diagnóstico é feito principalmente pela avaliação clínica, observando sinais como mudança de cor, dor e presença de secreção ou gás nos tecidos.

Exames laboratoriais, cultura de secreções, raio-X, tomografia, ultrassonografia com Doppler vascular e exames vasculares complementares podem ser solicitados para confirmar a infecção e identificar a causa, sem atrasar o tratamento.

Quais são os tratamentos para gangrena?

O tratamento depende da causa, da extensão da área afetada e da presença de infecção. As principais abordagens incluem:

  • Remoção cirúrgica do tecido comprometido (desbridamento);
  • Uso de antibióticos quando existe infecção;
  • Oxigenoterapia hiperbárica, utilizada como terapia complementar em casos selecionados;
  • Tratamento intensivo para estabilização do quadro geral;
  • Procedimentos para restaurar a circulação sanguínea;
  • Amputação em situações avançadas e selecionadas.

A rapidez no início do tratamento é um dos fatores mais importantes para reduzir complicações.

Gangrena tem cura?

Sim, a gangrena tem cura quando tratada rapidamente. O sucesso depende da rapidez no diagnóstico e do controle da causa.

Em situações avançadas, pode haver perda de parte do corpo, mas o tratamento evita complicações graves como infecção generalizada.

Como prevenir a gangrena?

Algumas medidas ajudam a reduzir o risco de desenvolver gangrena:

  • Controlar o diabetes e outras doenças crônicas;
  • Evitar fumar e cuidar da circulação;
  • Tratar feridas rapidamente e manter a pele limpa;
  • Observar pés e mãos com frequência, principalmente em grupos de risco;
  • Procurar avaliação ao notar sinais de infecção ou má cicatrização.

Esses cuidados ajudam a proteger os tecidos e prevenir complicações.

O cuidado preventivo é essencial para quem possui fatores de risco como diabetes. Agende uma consulta com um cirurgião vascular da Rede D’Or ou ligue para 3003-3230 para proteger sua saúde.

Quais as complicações da gangrena?

A gangrena pode causar complicações graves, principalmente quando há infecção associada ou atraso no tratamento. As principais incluem:

  • Sepse (infecção generalizada) e choque séptico;
  • Fasciíte necrosante;
  • Insuficiência ou falência múltipla de órgãos;
  • Necessidade de amputação;
  • Perda da função da área afetada;
  • Risco de morte nos casos mais graves.

O tratamento precoce é fundamental para reduzir o risco de sequelas e complicações.

Gangrena sempre leva à amputação?

Não. Quando tratada cedo, é possível evitar amputações em muitos casos.

Quais soluções a Rede D’Or oferece?

Na Rede D’Or você pode contar com diversos exames de diagnóstico para identificar a gangrena com precisão, além de profissionais especializados para indicar a melhor forma de tratamento e recomendar os medicamentos essenciais para a sua recuperação, se for preciso.

A Rede D’Or é a maior rede de saúde do Brasil. Está presente nos estados do Rio de Janeiro, Ceará, Paraná, Maranhão, de São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Mato Grosso do Sul, da Bahia, Paraíba e no Distrito Federal.

O grupo é composto atualmente por hospitais próprios e clínicas oncológicas (Oncologia D’Or), além de atuar em serviços complementares com exames clínicos e laboratoriais, banco de sangue, diálise e ambulatórios de diversas especialidades.

Para garantir a excelência na prestação de serviços, a Rede D’Or adotou a Acreditação Hospitalar, processo de avaliação externa para examinar a qualidade dos serviços prestados conduzido por organizações independentes, como uma de suas principais ferramentas. Os hospitais do grupo já receberam certificações emitidas por organizações brasileiras, como a Organização Nacional de Acreditação (ONA), e internacionais, como a Joint Commission International (JCI), a Metodologia Canadense de Acreditação Hospitalar (QMENTUM IQG), e a American Society of Clinical Oncology (ASCO).

A Rede D’Or ainda oferece aos pacientes críticos o cuidado necessário no momento certo, o que leva a melhores desfechos clínicos e à alocação eficiente de recursos. Por isso, 87 UTIs do grupo receberam o certificado Top Performer 2022, concedido pela Epimed e AMIB – Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Conte com a Rede D’Or sempre que precisar!

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